- INSTITUCIONAL
- COMUNICAÇÃO
- GESTÃO
- TRANSPARÊNCIA
- JURÍDICO
- CARREIRA
Na manhã desta terça-feira (24), a diretoria do Sindissétima foi recebida em audiência pelo Exmo. Ministro Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho, José Roberto Freire Pimenta, e pelo magistrado auxiliar da Corregedoria-Geral, Exmo. Desembargador Hermann de Araújo Hackradt.
Representaram o sindicato na ocasião o Presidente da Diretoria Executiva, Demétrius Silveira, o Diretor Administrativo, Marcus Rógenes, e a 1ª Diretora de Finanças, Claudionora Pires. Durante aproximadamente 20 minutos de diálogo pautado pela cordialidade, a entidade apresentou pontos críticos para a categoria, enfatizando que a preservação do capital humano é condição sine qua non para o cumprimento da missão institucional da Justiça do Trabalho.
O Sindissétima levou à mesa quatro tópicos centrais:
Feedback da Corregedoria
O Ministro José Roberto Freire Pimenta ouviu atentamente as ponderações e tomou nota das demandas. Em sua fala, o Corregedor-Geral:
Reconheceu a importância vital dos servidores para o funcionamento da Justiça do Trabalho;
Reforçou a necessidade de monitorar os impactos dos projetos de equalização sobre a carga de trabalho e a saúde das equipes;
Ressaltou o espírito democrático das instituições, enfatizando a importância de preservar a ordem e a integridade da atividade jurisdicional.
Para a Diretoria Executiva do Sindissétima o encontro foi um passo importante: "O encontro foi muito positivo, pois o Exmo. Ministro do TST, José Roberto Freire Pimenta, escutou ativamente as ponderações do Sindicato e se propôs a examinar atentamente todas as questões postas, para adotar os encaminhamentos pertinentes.Conseguimos levar diretamente à cúpula da Corregedoria-Geral preocupações que afetam o dia a dia de quem faz o Tribunal funcionar, reforçando que não há justiça célere sem servidores valorizados e respeitados".
This is just a simple notice. Everything is in order and this is a simple link.
Comentários
Entre os tópicos violência e assédio, que não se perpetue a discriminação “legal” sofrida pelos artífices concursados em 1996.